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1º Congresso Internacional de Brainspotting.

Sessão 10 | Integrando o Brainspotting com a terapia de relacionamento imago: criando uma conexão consciente com os casais

Cherie Lindberg, Get Connected Counseling, USA
Objetivos: os participantes terão uma compreensão clara dos três principais componentes da integração do Brainspotting e do Imago Relationship Therapy: o quadro de Dual Attunement do Brainspotting e o Imago Dialogue enquanto casal e terapeuta estão em sintonia; usando sentenças enquanto o casal está frente a frente, ambos estão usando estimulação bilateral que leva ao “remetente” ou “receptor” (termos Imago) para o processamento subcortical. entender como usar a maximização e minimizar a energia do casal para suportar a conexão. Os participantes testemunharão através de vídeo e demonstração 3 componentes-chave da integração de BSP e IRT. O uso estratégico de hastes de sentença, ambiente terapêutico de apoio que simultaneamente tem segurança e estados de excitação aumentados, posições oculares, terapeuta para acoplar a sintonização e o processamento do material dos clientes será compartilhado.

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Sessão 11 | Exercícios centrados no corpo para apoiar o Brainspotting

Jennifer Delaney, OwlHeart Healing Arts, USA
O corpo físico só pode estar presente; não pode existir em traumas passados ​​ou no pior cenário do futuro. Eu ensino ferramentas que complementam a atenção plena do Brainspotting e ajudam os clientes a confiar na sabedoria não-verbal (subcortical) de seus corpos. À medida que aprendem esses exercícios, eles têm o poder de apoiar, acalmar e se abastecer fora das sessões. Estes exercícios são apoiados pela ciência relacionada à estimulação do nervo vago e à regulação do sistema nervoso, explicada nesta apresentação experiencial. Apresento as informações acompanhadas de slides em power point, bem como os principais membros da audiência (terapeutas) através de alguns dos exercícios, para que eles possam experimentar o benefício em primeira mão. Eu toco em conceitos como atenção plena, interocepção, produção de telomerase, sistema nervoso periférico, teoria polivagal de Stephen Porges e ressonância límbica, para citar alguns, para explicar completamente os benefícios do Brainspotting e outras modalidades somáticas. No meu trabalho com clientes, os exercícios provaram ser ferramentas essenciais à medida que os clientes observam os gatilhos e fazem novas escolhas com base em um novo ponto de referência nascido de um nível mais alto de facilidade física.

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Sessão 17 | Processamento emocional baseado no mindfulness (PEBM) – Uma ferramenta essencial na prática do Brainspotting

Robert Weisz, Brainspotting & Hypnotherapy Clinic, Milton Erickson Institute of New Mexico, USA
Os três pilares (componentes essenciais na estrutura funcional do BSP) são: 1. Sensação sentida da atenção à experiência somática da ativação emocional; 2. O relacionamento sintonizado, empático e que dá apoio entre terapeuta e cliente, e 3. A localização e manutenção de uma posição ocular (Brainspot). O PEBM utiliza a ativação subcortical do hemisfério direito, gerado pela atenção mindful, singular, sustentada e focada do cliente na sua experiência sensorial da ativação emocional, e o apoio interpessoal e neurobiológico do relacionamento sintonizado – dois dos três pilares do BSP. O PEBM é um recurso útil para qualquer profissional de BSP que esteja interessado em expandir seu leque de opções na aplicação do BSP a uma ampla gama de clientes. Pode ser usado como um passo inicial na introdução do BSP a novos clientes, e como uma maneira segura, contida, para titular estimulação e ativação, mantendo o fluxo do processamento emocional. Essa apresentação permitirá aos participantes aprender a prática da estrutura básica do PEBM, os componentes psicodinâmicos, comportamentais e neurobiológicos do PEBM e experienciar uma demonstração de 30 minutos com um voluntário. 

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Sessão de encerramento do congresso

Na sessão de encerramento da 1ª Conferência Internacional de Brainspotting, David Grand, criador e desenvolvedor do Brainspotting e Cristiane Ramos, presidente da Associação Brasileira de Brainspotting, proferiram as últimas palavras.

Grand agradeceu a toda equipe que trabalhou na Conferência e descreveu a realização e participação na mesma como uma “experiência espiritual”.

Ele sugeriu que se olhasse para a Conferência como uma sessão de brainspotting, explicando que assim como “a mudança não começa na sessão; acontece após a sessão e entre as sessões”, gostaria que no período entre essa Conferência e a próxima, houvesse “aprendizado, crescimento, integração e cura”. Destacou, ainda, a importância de se observar esse período com curiosidade e de nos mantermos todos conectados.

Ramos disse que a comissão organizadora estava muito grata pelo reconhecimento e carinho de todos. Acrescentou que desejava que as trocas ocorridas na Conferência pudessem ser a “semente da germinação de projetos futuros que estimulem a criatividade, aprimorem a prática, motivem a realização de trabalhos científicos, mobilizem ajuda humanitária”.

Finalizou agradecendo e homenageando a comissão organizadora e os keynotes David Grand, Mario Salvador, Damir Delmont e Thomas Webber.

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Sessão 7 | Jonathan Ribeiro, Daniel Saito, Fabiana Souza e Carla de Andrade

07.1 Uso do BSP em caso de violência urbana e desenvolvimento de psicopatologia psicótica
Jonathan Ribeiro, Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (PROVE) – UNIFESP, Brazil
Relato de caso de um paciente que foi submetido a violência física e possivelmente sexual 10 anos atrás e que apresentava um quadro psicopatológico marcado por sintomatologia psicótica com diagnostico possível de esquizofrenia. Os tratamentos aos quais foi submetido (emd) nesse período de tempo não demostraram resultados satisfatórios no que diz respeito à remissão de sintomas. O BSP vem sendo aplicado desde novembro de 2014. O paciente vem apresentando até o momento, melhora parcial na sintomatologia psicótica, no contato social, resolução de problemas, mobilidade urbana, afazeres domésticos, cuidado e atenção com os filhos.

07.2 Benefícios do Brainspotting em atendimentos a emergências e desastres
Daniel Saito, Instituto Entrelaços – Grupo de Atendimento à Emergência, Brazil
O trabalho consistirá na apresentação de aplicações do Brainspotting em situações emergenciais, com pacientes envolvidos, direta ou indiretamente, em acidentes, catástrofes, desastres etc. O objetivo é mostrar como em ocasiões de trauma, em que o sujeito se encontra muito ativado, a utilização desta técnica tem se mostrado apropriada, por atuar diretamente nas camadas desse trauma, mobilizando os recursos internos da pessoa. Será feita a explanação do uso do Brainspotting tanto no período emergencial, como no pós-emergencial, mostrando como, no período emergencial, é possível ajudar na elaboração do trauma. E, como no pós-emergencial, o método pode até atuar, por exemplo, no processo de reabilitação de traumas físicos. O trabalho também abordará outro recurso importante nesse processo: a relação terapêutica, que se configura numa base segura para tantas incertezas geradas pelo trauma. Para concluir, haverá a exposição de resultados positivos já alcançados em processos de recuperação, que promoveram significativa melhora na qualidade de vida de pacientes, como lembrança e organização da sequência dos momentos do evento traumático, ativação de recursos internos de cura, qualidade do sono e redução da mobilização ao lembrar a situação traumática.

07.3 Braincoaching
Fabiana Souza, Fabiana Barbosa Psicoterapia e Coaching, Brazil
Objetivos: definir o conceito de coaching, discriminar os contextos nos quais o mesmo pode ser aplicado e os resultados que vem sendo atingidos na prática. Demonstrar e aplicar estratégias e ferramentas de coaching associadas ao Brainspotting como uma alternativa de atuação a terapeutas brainspotters e como uma estratégia para potencializar resultados com clientes posteriormente.

07.4 Brainspotting reconectando a vida à sua plenitude
Carla de Andrade, Clínica Saúde Batel, Brazil
O principal objetivo foi modificar a forma com que a paciente encarava as situações e fatos ruins e traumáticos do passado. Paciente de 19 anos, sofreu bullying. Foi considerada “esquizofrênica” e “depressiva””. Por conta disso tinha medo de si mesma, de se auto-conhecer; que fosse confirmado aquilo que as pessoas diziam. Abandonou os estudos aos 14 anos, teve internamentos. Iniciou tratamento psiquiátrico em 2009. Teve intoxicação medicamentosa, sofria com pesadelos. Relata que não conseguia chorar, que teve crises de auto-mutilação e estava em processo de bulimia.Durante o período de um ano e três meses de sessões foram muitos os desafios e grandes mudanças ocorreram. A mais marcante aconteceu quando, pela primeira vez saiu de casa sozinha, pegou ônibus e foi à consulta, o que classificou como “uma grande conquista”. Merecem destaque: diminuição das medicações, não se vê mais como vítima nem sente raiva das pessoas. Mais centrada, faz planos para o futuro. O Brainspotting proporcionou libertação dos fatos traumáticos, deu suporte e estrutura para que a paciente pudesse se sentir atualmente em equilíbrio e harmonia. Seu depoimento: “O primeiro passo para que é possível. Nós somos os responsáveis em mudar o dia de amanhã”. alcançar um final feliz é acreditar.

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Sessão 9 | Mantendo-se na cauda do cometa: o princípio da incerteza – da física de partículas à neurobiologia, à prática do Brainspotting

Deborah Antinori, Davison Counseling Center, USA; Martha Jacobi, Brainspotting Happens!, USA; Christine Ranck, Private Practice, USA

Os participantes: aprenderão as teorias científicas da física e da neurobiologia que apoiam o “Princípio da Incerteza” do Brainspotting; observarão e farão uma reflexão sobre a aplicação do Princípio da Incerteza na prática clínica. O “Princípio da Incerteza” é um dos conceitos teóricos centrais no Brainspotting. Os apresentadores combinarão seus conhecimentos especializados em física quântica (Ranck), neurociência (Antinori) e prática clínica (Jacobi) para operacionalizar o uso do Princípio da Incerteza no Brainspotting. Tópicos que serão incluídos: o desenvolvimento, a explicação e a aplicação por Heisenberg do Princípio da Incerteza na física, incluindo discussão de “realidade” e “percepção”; como o Princípio da Incerteza é evocado e apoiado pela sintonia relacional e neurobiológica, fundamentada na Neurobiologia Interpessoal, Neurociência Afetiva e Teoria Polivagal; como a imagem de “manter-se na cauda do cometa” está relacionada à prática clínica, quando há necessidade de estreitar a Moldura de Sintonia Dual (em casos de “TEPT extremamente complexo”) ou ampliá-la (na ampliação da criatividade).

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Sessão 24 | Cura no espaço entre as palavras; explorando a interseção de Brainspotting, neurobiologia e física quântica

Susan Pinco, Integrative Psychotherapy, LLC, USA
Brainspotting, Ericksonian Hypnosis, PNL e Psicologia Social nos ensinam a importância da metacomunicação e o poder do tom, ritmo e vários outros elementos para-verbais. Este seminário se concentrará em um elemento particular de meta-comunicação; silêncio. Silêncio como ocorre dentro do contexto da fala e dentro do contexto de nossas sessões. Ao participar deste seminário, os participantes experimentarão novas formas de pensar, extrair e utilizar o silêncio, a partir de elementos do Brainspottingtm, da Hipnose Ericksoniana, da atenção plena, da física quântica, da neurobiologia interpessoal e de terapias orientadas somaticamente. Os participantes serão encorajados a repensar sua relação com o espaço entre as palavras e desenvolver técnicas que melhorem sua própria paleta e a de seus clientes; eficácia amplificadora tanto dentro como entre as sessões; ser capaz de diferenciar entre o silêncio estruturado e não estruturado e demonstrar duas maneiras de utilizar tanto o silêncio estruturado dentro do contexto do Brainspotting; expandir sua compreensão de como o silêncio pode ser usado para promover a relação entre terapeuta e cliente e dentro do sistema cliente (ie: entre estados de ego) e ser capaz de identificar as técnicas que podem ser utilizadas para facilitar este processo e articular por que elas são eficazes .

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Sessão 19 | Trabalhando com Brainspotting e theraplay (com a teoria do apego)

Glenda Villamarin, Brainspotting Ecuador, Ecuador
Nesta apresentação vou: compartilhar o trabalho que tenho feito com o Brainspotting e o Theraplay; compartilhar a teoria Theraplay e como ela funciona com o Brainspotting; mostre como trabalhar com anexo e Brainspotting.
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Sessão 25 | David Grand e Randy Weled | Partes 1, 2 e 3

Esse vídeo inicia-se com a apresentação de um vídeo de um atendimento feito por Dr. Grand dezoito meses antes durante um treinamento realizado nos Estados Unidos. Ele ressaltou que essa foi uma das demonstrações mais fenomenais que já havia feito em um treinamento em qualquer lugar do mundo e uma das mais significativas para ele.

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Sessão 13 | Brainspotting indígena e a sétima geração

Roberta Gibson, Freedom Lodge Inc., Black Hills Historical Trauma Research & Recovery Center, USA

As crianças Indígenas Americanas e Nativas do Alaska (IA/NA) sofrem exposição à violência em um nível mais alto do que qualquer outra raça nos EUA. Os efeitos imediatos e em longo prazo incluem aumento na frequência de alterações no desenvolvimento neurológico, saúde física/mental pobre, redução no desempenho escolar, abuso de substâncias e representação desproporcional nos sistemas de justiça juvenil. Exposição crônica à violência muitas vezes leva a reações tóxicas ao estresse, trauma grave e índices catastróficos, inéditos, de suicídio juvenil. Estamos delineando/implementando um projeto de pesquisa longitudinal, qualitativo e teórico para articular o impacto atual do Trauma Histórico nos jovens IA/NA, e a capacidade do IBSP para reconciliar a constelação de sintomas de sobrevivência, guiados por caminhos epigenéticos maternos e apegos à terra de origem e a ancestrais. As crianças IA/NA são a sétima geração após contato com europeus, e a geração significativa quando cargas históricas se acumulam em proporções épicas. É preciso algo para interromper o ciclo e minha esperança é de que seja demonstrado que o IBSP fornece cura. Os jovens indígenas estão numa encruzilhada – eles podem ser os precursores da mudança ou um ato final de genocídio. É um momento crucial na história. Será que o IBSP pode promover que os jovens mantenham seus corpos e almas unidas?

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