22.1 A hipnose como recurso para o reprocessamento em Brainspotting
Sergio Costenaro, Interclin – Clínica de Especialidades, Brazil
O objetivo será apresentar a relação da hipnose ou relaxamento profundo como recurso para o reprocessamento de eventos traumáticos. Dois pacientes foram submetidos a sessões de reprocessamento com BSP sem hipnose e com hipnose como recurso a partir das mesmas vivências traumáticas. A comparação entre os resultados das sessões foi feita segundo a escala SUDS. Outros pacientes foram submetidos a sessões de reprocessamento com BSP com hipnose e os resultados obtidos foram obtidos dos relatos dos próprios pacientes. Com a utilização da hipnose observou-se que se zerou a escala SUDS em menos tempo e com menos sofrimento, conforme relato do próprio paciente. Com sessões de reprocessamento com a hipnose em pacientes que já haviam trabalhado a mesma situação traumática em outro momento (sem a hipnose) e que relatavam não ter nenhuma ativação ou desconforto, observou-se novamente a ativação e obteve-se uma profundidade maior, trazendo à consciência eventos e lembranças mais precoces que o processamento sem hipnose não havia trazido. Em sessões posteriores, não se obteve mais ativação e os pacientes relataram as mudanças desejadas no seu dia a dia.

22.2 Transmissão Transgeracional de Traumas (TTT) e Brainspotting
André Monteiro, Focus – Consultoria em Relacionamentos Interpessoais Ltda., Brazil
Neste trabalho são apresentados os conceitos de trauma e recurso transmitidos sob as formas inter e transgeracional. Correlacionados aos processos de transmissão e de tratamento de informações transgeracionais não adaptativas apresentam-se estratégias para ativação e reprocessamento de traumas dessa natureza sistêmica, no âmbito do Brainspotting.

22.3 Brainspotting e campo mágico
Adriana Kortlandt-Grandin, Zentrum für Psychiatrie, Psychotherapie, Neurologie und Psychosomatik, Germany
Trabalho em clínica de psicoterapia na Alemanha. Atendo refugiados políticos. Há vítimas de tortura. Não é recomendável a rememoração das cenas. Desenvolvi o “Campo Mágico”, um campo visual onde o próprio paciente localiza o ponto denso, o de leveza ou libertação, e o caminho entre eles. O ponto denso, onde se localizam as cenas traumatizantes, é substituído por um símbolo. O terapeuta estimula, pelo método “copy and paste”, que o paciente faça a varredura de um ponto a outro, e mantenha o controle do processo. No caminho há o oásis, ou lugar do descanso, e o do fortalecimento. O paciente pode tocar, recortar, modificar e acolher partes do campo. Há simbolização no lugar da cena e a sensorialização do campo mantém a eficácia do reprocessamento enquanto o paciente mantém controle do processo.

22.4 Cuidando al psicoterapeuta: reestablecimiento de la energía entre sesiones y fin de jornada. Buscando nuestro brainspot de eje
Luciana Caruso, Brainspotting Trainer, Argentina
Para que ocurra la sanación, terapeuta y paciente han de estar en condiciones de realizar ese encuentro. El terapeuta tiene la responsabilidad de conducir con lucidez, predisposición y empatía para realizar con éxito dicho objetivo. Sin embargo, el desgaste de las sucesivas sesiones sin descanso, con las propias identificaciones del psicoterapeuta, provocan un desgaste que le resta Efectividad a la hora de conducir la sesión. Ejercicios físicos desarrollados para tal proposito son una posible solución al inevitable bloqueo de la energía en el cuerpo (chi). Mi objetivo es poder enseñar una serie de ejercicios rápidos (con base en el chi kung sanador), para poder efectuar cada tres pacientes, más una serie de ejercicios de cierre de jornada laboral, para poder volver a casa con nuestra energía sin bloqueos y en eje. Por último se buscara el Brainspot de la sensación de eje para poder activarlo cada vez que lo consideremos necesario.

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